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27 de outubro de 2011

SÓ DESASTRES E CORRUPÇÃO






É muito desagradável ouvir as notícias que as emissoras de televisão colocam no ar, pois só mostram desgraças ou corrupção. As desgraças da época estão ocorrendo no trânsito, com motoristas irresponsáveis, dirigindo alcoolizados, matando inocentes. E fica tudo por isso mesmo, pois nossas leis são uma piada de mau gosto. Na política, só dá corrupção. O povo brasileiro já se acostumou e pensa que isso não tem importância. Já ouvi até um adolescente dizer que corrupção é normal e que gostaria de que seu pai fosse um corrupto, pois assim teria muita grana para gastar. É o fim. Agora foi a vez do Ministro dos Esportes, Orlando Silva. Um lástima! Como há ladrão no governo! Democracia não é isso não, minha gente! Não acontece nada com esses bandidos! Mas eu não paro de alertar. É meu dever. Sou um professor!



Meditação 1.





Uma nação pode sobreviver aos idiotas e até aos gananciosos, mas não pode sobreviver à traição gerada dentro de si mesma. Um inimigo exterior não é tão perigoso, porque é conhecido e carrega suas bandeiras abertamente. Mas o traidor se move livremente dentro do governo, seus melífluos sussurros são ouvidos entre todos e ecoam no próprio vestíbulo do Estado. E esse traidor não parece ser um traidor; ele fala com familiaridade à suas vítimas, usa sua face e suas roupas e apela aos sentimentos que se alojam no coração de todas as pessoas.
Ele arruína as raízes da sociedade; ele trabalha em segredo e oculto na noite para demolir as fundações da nação; ele infecta o corpo político a tal ponto que este sucumbe
”.
(Discurso de Cícero, tribuno romano, 42 a.C.)

Meditação 2.





No Brasil, não há um traidor. Há vários. São todos os que enganam o povo, política e administrativamente, locupletando-se dos bens materiais alheios, do dinheiro do erário público, das verbas públicas e que praticam muitas outras patifarias. Eles estão localizados no PODER CENTRAL desse Brasil infeliz. Têm nome e sobrenome, mas estão protegidos por uma “JUSTIÇA MACABRA”. Por Leis que não são DEMOCRÁTICAS. Contudo, segundo, ainda o grande tribuno romano, “nihil honestaum esse potest, quod iustitia vocat”.

ATÉ BREVE

Um comentário:

Thereza Pires disse...

Professor
Também eu estou farta de tanta notícia desagradável sobre aqueles que teriam obrigação de dar exemplo de honestidade e respeito e que foram eleitos pelo povo brasileiro,não é?

Será que somos isso, caro Professor?

Ando até calada, tristonha.
Thereza
*****

PS excluí a outra mensagem porque faltava uma letra em certa palavra

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Quem sou eu

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Balneário Camboriú, Sul/Santa Catarina, Brazil
Sou professor adjunto aposentado da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Sou formado em Letras Clássicas pela UERJ. Pertenço à Academia Brasileira de Filologia (ABRAFIL), Cadeira Nº 28.