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20 de novembro de 2006

CONSTRUÇÕES DA LÍNGUA E CURIOSIDADES





CONSTRUÇÕES DA LÍNGUA ORAL CARACTERIZADAS COMO DESVIOS LINGÜÍSTICOS, ENCONTRADOS NA COMUNICAÇÃO DE MASSA.

(Algumas extraídas do livro de Rubim Santos Leão de Aquino, Futebol, uma paixão nacional. Rio de Janeiro, Zahar Ed., 2002 e do livro de Luiz Cesar Saraiva Feijó, A linguagem dos esportes de massa e a gíria no futebol , Rio de Janeiro, EURJ/Tempo Brasileiro, 1994)

Desvios na estrutura léxico-semântica: garrinchear, golão, macários, arquibaldos, geraldinos etc.

Ø Na estrutura morfo-sintática: "Fluminense Futebol Clube", "o gramado faz sombra", "o Maracanã faz calor".
Ø "Clássico é clássico, e vice-versa”.Jardel, ex-atacante do Grêmio e do FC Porto.
Ø "O difícil, vocês sabem, não é fácil". Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians.
Ø "Os jogadores do Fluminense estão embutidos do espírito vencedor". Procópio, ex-zagueiro do Fluminense e do Cruzeiro.
Ø "Ele é muito agilidoso". Rivelino, ex-jogador do Corinthians, Fluminense e Seleção Brasileira. Tentou misturar "ágil" com "habilidoso".
Ø "O esférico vai ser retirado de campo por ter perdido sua circunferência legal, o que o torna obsoleto para a prática do association". Oduvaldo Cozzi, locutor esportivo, querendo dizer que a bola murchou e deveria ser trocada.
Ø "Quem pede recebe, quem desloca tem preferência". Gentil Cardoso, antigo técnico de futebol.
Ø "Nem tudo que cai na rede é peixe, às vezes é frango". Armando Nogueira, cronista esportivo.
Ø "Eu não sei quem é esse tal de Apartheid, mas se ele aparecer na minha frente eu marco". Amaral, atacante que jogou no Palmeiras e Vasco da Gama.
Ø "Só existem três coisas que pairam no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá". Dario, conhecido como Dadá Maravilhas, ex-atacante do Clube Atlético Mineiro e comentarista da Rede Globo na última Copa do Mundo, na Ásia.
Ø "O homem disse que se suspenderem ele entra com um pedido de Corpus Christi para mim". Manga, goleiro do Botafogo do Rio de janeiro.
Ø "Não foi nada de especial, rematei com o pé que estava mais à mão". João Pinto, jogador do FC Porto, de Portugal.
Ø "O futebol é uma paixão, e, como toda paixão, ela é perigosa". João Havelange, ex-presidente da FIFA.
Ø "Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu". Claudiomiro, atacante do Internacional de Porto Alegre ao desembarcar em Belém do Pará.
Ø "Você viu, Didi, o São Cristóvão está de uniforme novo!". Garrincha ao ver a seleção da Inglaterra entrar em campo por ocasião da Copa do Mundo de 1962, no Chile.
Ø "Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe!" Jardel, ex-atacante do Grêmio de porto Alegre e do FC Porto, de Portugal.
Ø "Prognósticos? Só no fim do jogo". João Pinto, atacante do FC Porto, de Portugal.
Ø "Eu quero é o meu passe, doutor, não estou precisando do ATESTADO DE LABORATÓRIO". Prazeres, jogador do Bahia, dirigindo-se ao presidente do clube.
Ø "Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático". Vicente Matheus, antigo presidente do Corinthians.
Ø "O meu clube estava à beira do precipício, mas tentou a decisão correta: deu um passo à frente". João Pinto, jogador do FC Porto, de Portugal.
Ø "Numa simples ginga de Didi, há toda uma nostalgia de gafieiras eternas". Nelson Rodrigues, escritor dramaturgo.
Ø Dunga, o técnico da nossa Seleção de Futebol, brindou-nos com uma “preciosidade lingüística. Ao ser entrevistado por um repórter da Tv Globo, após o chatíssimo jogo entre Brasil (2) e Suíça (1), lá em Basiléia, cidade dos ricos, comportados e educadíssimos torcedores europeus, querendo dizer que SUGERIU aos seus jogadores, durante o intervalo, uma maior liberdade de ação em campo, empregou a forma SUGERIMENTO”.

CURIOSIDADES

1. Em Ribeirão, cidade pernambucana, ficou conhecida a seguinte equipe de futebol da cidade:

BEIÇOÇA - TESTA-DE-FERRO e CAPACHO

TAIOBA - PERERECA e CABEÇORRA

MICHURUCA - BOI-BOBÃO - TOTOCA - MAL-FEITO e GALO CEGO

2. São apenas 17 regras que regem o futebol, fixadas pela The International Football Association Board, único órgão autorizado a emendar ou alterar as Leis do Jogo de Futebol.
3. 19 de julho é considerado no Brasil o DIA DO FUTEBOL. Essa comemoração está ligada à fundação do Sport Club Rio Grande, primeiro clube brasileiro criado especificamente para a prática do futebol, em 1900.
4. DIRRÃ. Jogador nordestino, loiro, feio e baixinho, que explicou seu apelido a um repórter de campo, dizendo que DIRRÃ era só pra disfarçar. Ele sempre foi chamado mesmo de CU DE RÃ.
5. ROMÁRIO, o melhor jogador da Copa de 94, foi revelado para o futebol, nas divisões de base do Olaria, clube do subúrbio do Rio de Janeiro, que atualmente não disputa o campeonato da primeira divisão carioca.


Ver mais curiosidades sobre o futebol no meu livro
BALANÇANDO O VÉU DA NOIVA. Pedidos para lcfeijo@uol.com.br

17 de novembro de 2006

CRÔNICAS LINGÜÍSTICAS

Vamos apresentar algumas crônicas, já publicadas ou não, cujo tema esteja ligado, de algum modo, aos fatos gramaticais ou filológicos. Iniciaremos por essa que nasceu com a correspondência que mantenho com meu amigo Ivan Soares de Araújo, neurologista, doutorado pela USP e com tese defendida na Alemanha.







PARAFERNÁLIA

O meu amigo Ivan estava mesmo bravo naquela noite. Pela Internet se comunicou comigo e desandou a lenha em cima dos apresentadores de programas de televisão. Mas ele dizia que não eram somente os profissionais da telinha que empregavam à torta e à direita o vocábulo parafernália totalmente fora de sua significação. Aí eu tive mesmo de tomar fôlego e tentar acalmá-lo, com umas brincadeiras didáticas, para entrar no assunto que, diga-se de passagem, é bem interessante.

Vamos lá, meu caríssimo Ivan, respondi-lhe. Parafernália é o que não vai faltar aqui nesse texto. Oh! Meu Deus! Será que eu vou casar sem dote? Bem, eu já casei, havia-me esquecido disso! Creio que o amigo também já casou, se não, o que a D. Sílvia representa neste sacrossanto lar?

Antenor Nascentes diz que parafernal é um substantivo que significa bens que não foram comprometidos no dote, ou o próprio dote. Antônio Houaiss, em seu excelente dicionário diz que parafernal, como adjetivo, é “o que se diz de cada um dos bens da mulher casada não comprometido no dote” e como substantivo feminino significa “um conjunto de objetos de uso pessoal”. São pertences acessórios. São apetrechos necessários a uma certa atividade. São coleções de coisas usadas ou velhas. São tralhas.

Bem, de qualquer forma, prende-se ao latim parapherna, orum, isto é, um substantivo plural. Logo parafernal ou parafernália é um nome considerado pluralia tantum, isto é, que só existe no plural. Logo, parafernália é plural, etimologicamente. Mas, meu boníssimo amigo, amante das palavras de formas exóticas de nosso idioma, como é que o povão vai entender esse negócio de pluralia tantum e outras coisas mais esquisitas ainda que existem na língua?

Veja meu amigo! Não adianta se aborrecer com isso, porque as palavras são mesmo misteriosas. Têm corpo e alma. Têm um grande coração e corre nelas um sangue tão vermelho quanto o nosso e, às vezes, as maltratamos tanto que elas sangram com nossas agressões terríveis e desumanas. Nós possuímos instinto animal... Destruímos tudo. Modificamos tudo. Desarrumamos tudo. Machucamos as coitadinhas...

Mas também agredimos as palavras de modo incruento, sem fazê-las sofrer aparentemente. Forçamos a barra e as transformamos, chegando mesmo a modificá-las tão exageradamente que ficam quase irreconhecíveis... Agredimos a sua personalidade e elas passam até a significar coisas bem diferentes do tempo em que estavam na Santa Paz do Senhor. Muitos lutam gratuitamente com as palavras como se elas fossem malvados inimigos. Mas lutar uma boa luta é preciso e importante! Lutar para sabermos se elas não vão nos agredir com suas inúmeras formas de persuasão e armadilhas morfológicas. Elas são muito organizadas e se agrupam em grandes exércitos de substantivos, verbos, adjetivos, preposições, interjeições, comandados, às vezes, só para nos despistar, por um pronome oblíquo átono de baixa patente e nos enganam redondamente. Mas a vida é assim, mesmo, meu amigo! É guerra a toda hora! Tudo está mudando a todo instante com incrível rapidez, sem aviso prévio. Veja só o preço dos combustíveis! Um horror! Essas mudanças também acontecem com as palavras, na sua luta incessante pela sobrevivência. Elas mudam sem nos dar a menor satisfação. Mas, o mais interessante é que elas mudam por interferência nossa. E, aí, você pode ver que somos cúmplices dessa metamorfose etimológica. Com parafernália aconteceu quase tudo isso. Ela já significou, na sua infância, coisas do dote das noivas. Hoje significa um tipo especialíssimo desse mesmo amontoado de coisas, só que mais sofisticadas. Objetos do mundo elétrico-eletrônico, físico-nuclear, talvez. Dizendo assim, mostro que as palavras têm infância, juventude, maturidade, velhice... Algumas morrem e deixam saudade... Outras são duras na queda, resistem e se transformam.

Meu bom amigo, não brigue com a mídia por causa das palavras. Eu sei que a mídia nos desinforma, nos vende caro muitas bobagens disfarçadas em cultura, mas também nos diverte e presta inúmeros serviços. Aliás, mídia é mais uma dessas palavras estranhíssimas. Uma palavra vira-casaca. Mas isso é para mais tarde, para outro dia ou outra noite!

Até a próxima!

16 de novembro de 2006

MAIS UMA BESTEIRINHA FUTEBOLÍSTICA


Agora foi a vez de Dunga, o técnico da nossa Seleção de Futebol, brindar-nos com mais uma "preciosidade lingüística. Ao ser entrevistado por um repórter da Tv Globo, após o chatíssimo jogo entre Brasil (2) e Suíça (1), lá em Basiléia, cidade dos ricos, comportados e educadíssimos torcedores europeus, querendo dizer que SUGERIU aos seus jogadores, durante o intervalo, uma maior liberdade de ação em campo, empregou a forma SUGERIMENTO. Cruzes! Mas deve ter uma explicação. Dizem que Dunga se expressa muito bem em alemão. Será que essa língua aglutinante não influenciou o português, fundindo SUGERIR com ENSINAMENTO ? Pois é! Se o jogo não me agradou, fiquei, por outro lado, muito contente em conseguir um assunto para poder registrar mais um fenômeno lingüístico. Esse, agora, poderá ser chamado de AGLUTINAÇÃO.
Gostaram? Futebol é ou não é cultura?
Até a próxima.

14 de novembro de 2006

PROVAS DE CONCURSO PÚBLICO



A maioria das questões das provas com respostas do tipo de múltiplas escolhas a que os candidatos a cargos públicos se submetem são, verdadeiramente, incríveis “pegadinhas lingüísticas”.

Na área jurídica, então, é muito comum isso acontecer. Esse procedimento não leva a nada. Só causa uma enorme irritação em todos aqueles que estão envolvidos com o preparo dos candidatos. Não podemos concordar com essa prática de charadas lingüísticas. Sabemos que há necessidade de se apurar o nível intelectual dos candidatos, mas não é assim que se deve proceder. Além de questões ambíguas, muitas estão formuladas erradamente. As Fundações Educacionais contratadas para a feitura das provas, especialmente de Língua Portuguesa, que procuram especialistas na matéria, deveriam exigir deles, no mínimo, inteligência pedagógica, o que, a nosso juízo, está faltando.

Sabemos que, atualmente, o estudo da Língua Portuguesa está muito comprometido com a mediocridade, em todas as esferas, desde o Ensino Fundamental até o Universitário.

E isso é muito grave. Também, grave e lamentável é vermos, estarrecidos, o próprio Presidente da República estropiando o idioma, desrespeitando a Norma Culta de sua língua ao se pronunciar, oficial e publicamente, constrangendo os poucos letrados que ainda existem em nossa pátria. Isso tudo deprime e afeta a auto-estima de quem estudou e se preparou com afinco sem praticar nenhuma “maracutaia”, de qualquer tipo, inclusive intelectual, em suas vidas.
Vou ser objetivo.

Analisando a Questão 10, da Prova de Língua Portuguesa, realizada pela Fundação Carlos Chagas, para Auditor Fiscal do Tribunal de Contas do Estado do Ceará, Cargo A01, Tipo 001, observamos um incrível ERRO na resposta oficial, motivado pela péssima formulação (ou tentativa de “pegadinha”) da referida questão.

A questão:

10. Considere as seguintes frases:

I. O autor admira os cavalos, que lhe parecem tão fortes quanto leves.
II. Ele chorou abraçado ao cavalo, espancado pelo fazendeiro.
III. De repente, um potrinho dá um salto, esperto, e vai junto à cerca.

A supressão da(s) vírgula(s) alterará o sentido ou eliminará a ambigüidade do que se lê em

(A) I, II e III.
(B) I e II, apenas.
(C) I e III, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) III, apenas.

A resposta oficial é a letra (A).

Agora, prestem atenção aos nossos comentários.

A proposta é: A supressão da(s) vírgula(s) alterará o sentido ou eliminará a ambigüidade do que se lê em:

1- O termo SENTIDO diz respeito ao aspecto SEMÂNTICO, isto é, ...alterará a semântica das frases ou eliminará a ambigüidade...


2- Quanto às frases II e III, não há dúvida de que a supressão da(s) vírgula(s) alterará a AMBIGÜIDADE.


3- SEMÂNTICA e AMBIGÜIDADE são noções que não pertencem à estrutura gramatical de uma língua. SEMÂNTICA é o estudo do sentido das palavras, segundo Pierre Guiraud. AMBIGÜIDADE, que na antiga retórica grega chamava-se ANFIBOLOGIA, é a circunstância de uma comunicação lingüística se prestar a mais de uma interpretação, segundo Mattoso Câmara Jr. Logo, SEMÂNTICA e AMBIGÜIDADE estão ligadas à estilística da língua.


4- Já na frase I ocorre, isto sim, um erro quanto à Norma Culta da Língua, porque a vírgula depois de cavalos está mal colocada, pois a oração iniciada pelo pronome relativo QUE será uma oração subordinada adjetiva restritiva e não explicativa. A Norma Culta da Língua Portuguesa diz que só as orações subordinadas adjetivas explicativas, que têm valor de aposto e que acrescentam apenas um pormenor a um nome antecedente, devem vir entre vírgulas. Portanto, a supressão dessa vírgula não altera nenhum sentido nem elimina ambigüidade alguma. Trata-se de ERRO, quanto à NCL (Norma Culta da Língua).


5- Assim, a resposta oficial está errada. Deveria ser a letra (D).


6- A referida questão deveria ser ANULADA.

ATÉ BREVE.

Voltaremos com mais comentários, pois o nosso BLOG é da Bola, do Sul e das Letras.



8 de novembro de 2006

ESTÁ SENDO PREPARADA A SEGUNDA EDIÇÃO

Está sendo preparada a 2ª Edição de BALANÇANDO O VÉU DA NOIVA . O livro é a mais importante obra sobre a linguagem do futebol publicada no Brasil. Agora, serão apresentadas crônicas escritas em jornais e revistas do Brasil e Portugal sobre o vasto tema deste que é o mais popular esporte do mundo. Assim, o autor discute, desde as razões por que a maioria dos aficionados pelas práticas esportivas preferem o futebol, até futebol e racismo, passando por discussões sobre uma polêmica colocação de Armando Nogueira, que previu a disputa do campeonato mundial de futebol realizado por clubes e não mais por países. A capa já é objeto de estudo pela equipe de produção visual da editora que lançara mais um livro sobre futebol do Prof. Feijó. Podem aguardar. Não haverá arrependimento, nem arrependidos. O trabalho artístico da projeção da capa para a 2ª Edição de BALANÇANDO O VÉU DA NOIVA foi de Rafael Amâncio.

BESTEIRINHAS DO FUTEBOL

Você pode encontrar muito mais coisas sobre o futebol além, é claro, do que é óbvio, adquirindo o livro BALANÇANDO O VÉU DA NOIVA. Faça seu pedido pelo endereço eletrônico lcfeijo@uol.com.br
Nesse SITE do Professor Feijó você pode encontrar muitos conteúdos desse livro, a mais importante obra publicada no Brasil sobre A LINGUAGEM DA BOLA.

Agora, vamos a muitas besteirinhas ditas por jogadores e dirigentes de nosso futebol, que as crônicas do Prof. Feijó registram.

Vamos lá:


1- Romário, no jogo Flamengo 4 X 1 Americano, em 19/02/97, quando perguntado por um repórter a respeito de sua discussão em campo com Júnior Baiano: "É que na querência de ganhar o jogo, acabam acontecendo coisas desse tipo."


2- "Comigo ou sem migo o Corinthians será campeão. " (Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians).







3- "O Sócrates é invendável e imprestável. " (Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians).



4- "Não me venham com a problemática que eu tenho a solucionática. " (Dadá Maravilha, ex-jogador).


5- "Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu. " (Claudiomiro, do Internacional (RS), quando chegou à Belém do Pará para enfrentar o Paissandu, em 1972).

6- "Quem nunca agrediu uma mulher? " (Josimar, ex-lateral do Botafogo).


7- "E aí, King, tudo bem? " (Mário Trigo, médico brasileiro em 58, após abraçar efusivamente o rei Gustavo da Suécia que entregava a taça aos brasileiros).


8- "Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado. " (Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo e filósofo da bola).


9- "O pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube. " (Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo e filósofo da bola).


10- "Clássico é clássico e vice-versa. " (Jardel - ex-atacante do Grêmio e atualmente no Porto).

11-"Somente três coisas param no ar: o beija-flor, o helicóptero e eu. " (Dadá Maravilha - ex-jogador).

Gostaram? Então acessem com freqüência nosso SITE sobre A Linguagem da Bola e comprem o livro BALANÇANDO O VÉU DA NOIVA.

ATÉ QUALQUER HORA!

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Quem sou eu

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Balneário Camboriú, Sul/Santa Catarina, Brazil
Sou professor adjunto aposentado da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Sou formado em Letras Clássicas pela UERJ. Pertenço à Academia Brasileira de Filologia (ABRAFIL), Cadeira Nº 28.