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11 de janeiro de 2014

QUINCAS BERRO D’ÁGUA


Assisti, ontem, na TV Globo, ao filme de Sérgio Machado (2010), QUINCAS BERRO D’ÁGUA, baseado na novela  Morte e a Morte de Quincas Berro D’água, de Jorge Amado. Fiquei sem sono e fui para a minha mesa de trabalho reler essa obra do grande escritor baiano. Em cima de minha mesa de trabalho vi, jogado e adormecido um livro de poesia, que parecia ter sido atirado ali, desde as telas da tevê, por um dos doidivanas, talvez pelo “poeta da cara pintada”, o palhaço, um dos que carregavam o corpo de Quincas Berro D’água pelas ladeiras do Pelourinho, depois de sua primeira morte... Não me contive. Compus inspirado no imortal escritor baiano os versinhos abaixo, que podem, muito bem, servir de carapuça a muitos vates ordinários...

Esse livro é um desserviço
à estética, sim, senhor! 
“Podem enfiar tudo isso
no cu do comendador”.


ATÉ A PRÓXIMA.

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Quem sou eu

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Balneário Camboriú, Sul/Santa Catarina, Brazil
Sou professor adjunto aposentado da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Sou formado em Letras Clássicas pela UERJ. Pertenço à Academia Brasileira de Filologia (ABRAFIL), Cadeira Nº 28.